Paralisia Facial: Como esse problema pode ser prevenido e tratado

A paralisia facial pode ocorrer do nada, quando você menos espera. É claro que você precisa se preocupar com ela, mas antes de qualquer decisão, é importante entender bem o que é esta doença e quais as porque ela aconteceu.

No caso da paralisia facial, além de surgir do nada, pode durar muito tempo para ir embora ou não. Isto dependerá de uma série de fatores correlatos ao problema. Há também ocorrências em que a paralisiase manifesta de forma gradual, aumentando aos poucos sua intensidade.

O que é a paralisia facial

Ao pé da letra, é a perda dos movimentos da face ocasionada por problemas nos nervos. Ocorre geralmente em um lado apenas da face, mas há ocorrências de ambos os lados.

Quando do surgimento do problema, os músculos do rosto ficam flácidos, fracos e, na maioria das vezes, a pele repuxa. Há um site do governo, chamado paralisiafacial.org, que responde as principais questões e dúvidas referentes a paralisia facial. Vale a pena conferir.

Quais as principais causas da paralisia facial?

Na verdade, ela pode ser causada por inúmeros fatores diferentes e cada caso é um caso requerendo atenção e tratamentos diferenciados. Na forma gradual, geralmente ocorre devido à um tumor na cabeça ou até mesmo no pescoço, que pode ser benigno ou maligno.

No entanto, a perda repentina dos movimentos faciais ou a paralisia facial que surge do nada é o tipo mais comum e tem muitas causas possíveis, como:

  • Fraturas do osso temporal;
  • Estresse intenso e constante;
  • Traumatismos ou acidente vascular cerebral (o AVC);
  • Algumas lesões neurológicas durante ou no pós-parto;
  • Diabetes;
  • Paralisia de Bell (que é inclusive o tipo mais comum de paralisia facial. Falaremos deste tipo de paralisia mais adiante);
  • Meningite;
  • A Doença de Lyme, que é uma doença de origem bacteriana transmitida principalmente por carrapatos);
  • Esclerose;
  • Hipertensão;
  • Dores e problemas nos ouvidos;
  • Problemas no nervo facial (inflamações, infecções, etc.);
  • Infecção pela presença do vírus HIV, etc.

Existem outros tipos de ocorrências mais raras, como no caso de paralisias faciais temporárias em bebês e recém-nascidos. Algumas síndromes também se fazem responsáveis pela ocorrência da paralisia facial.

A Sífilis, por exemplo, é uma das causas da paralisia facial. Você sabe como se proteger da Sífilis? Veja mais sobre o assunto no site machodeverdade.com.

Os sintomas apresentados na paralisia facial

O primeiro sintoma é mesmo estético, com repuxes da pele da face, leve ou até acentuada deformação facial e músculos da face mais fracos. Só que existem outros sintomas, tão graves quanto os meramente estéticos, como:

  • Dores de cabeça constante;
  • Espasmos musculares;
  • Grande secura na boca e também nos olhos;
  • Muita salivação sem motivo aparente;
  • Dificuldade para falar, comer, movimentar o maxilar;
  • Dores de ouvido;
  • Dores no rosto, principalmente no lado atingido;
  • Inabilidade quanto às emoções cotidianas.

Paralisia de Bell (ou paralisia facial periférica)

Este tipo de paralisia facial é muito comum, mas, no entanto, não se sabe as causas do surgimento do problema. Felizmente, para a Paralisia de Bell, as ocorrências duram muito pouco tempo e, na maioria das vezes, nem requer qualquer tratamento.

Ela surge devido à uma reação inflamatória envolvendo o nervo facial, que inflama e impede que os impulsos nervosos sejam corretamente transmitidos aos músculos.

A Paralisia de Bell pode ser uma reação a uma infecção viral, como o HPV, por exemplo. Saiba mais sobre o vírus HPV em uma matéria no site homemdesaude.com.

A paralisia facial tem cura?

De uma forma geral, podemos dizer que sim. Só que tudo vai depender, e muito, do fator de origem do problema. Assim, qualquer afirmativa a respeito seria puramente precipitada.

paralisia facial

O ideal é tentar identificar precocemente o problema e procurar um médico rapidamente. Esta é a forma mais positiva e certeira de ter maiores chances de uma cura definitiva.

Inclusive, segundo uma matéria importante do site hospitalsiriolibanes.com, a paralisia facial pode ser sim revertida na maioria dos casos.

Diagnóstico e tratamento da paralisia facial

Para se obter um diagnóstico mais preciso, será mesmo necessária uma avaliação clínica e neurológica do paciente em questão. Portanto, não faça um autodiagnóstico, pois com certeza será precipitado e pode acarretar inclusive na manifestação psicológica dos sintomas do problema.

Quando necessário, o médico e exclusivamente ele, poderá solicitar exames mais detalhados para precisar a gravidade das lesões do seu sistema nervoso, registrando e acompanhando as manifestações e atividades elétricas dos nervos e músculos faciais como um todo.

Quanto ao tratamento, este também vai depender da origem do problema. Em casos mais graves, pode haver a necessidade de alguma intervenção cirúrgica. Nos casos de paralisia faciais mais comuns, os periféricos, o tratamento é geralmente sintomático.

Administra-se alguns medicamentos ao paciente, fisioterapia e, se necessário for, fonoaudiologia. Por mais curioso que possa ser, não existe, no caso da paralisia facial, uma conduta médica e terapêutica que seja padrão para a doença.

Esta conduta será determinada após uma análise clínica (física) e laboratorial (se necessária), ou seja, avalizando o tipo e a extensão do dano sofrido pelo nervo facial.

Felizmente, como já citamos inclusive, no caso da paralisia facial periférica, na maioria das vezes a doença costuma regredir sem qualquer tratamento. Claro que quem indicará esta conduta será seu médico.

Para evitar possíveis atrofiamentos das fibras musculares faciais recomenda-se a fisioterapia e a fonoterapia, que irão exatamente estimular esta musculatura facial.

Se quiser saber mais sobre paralisia facial, o médico neurologista, Elizeu Neto, tira várias dúvidas em uma matéria no site cidadeverde.com. Vai lá e dá uma conferida.

Tem como prevenir a paralisia facial?

Existem alguns fatores e ações colaborativos na prevenção da doença, como evitar estresse constante e intenso, acompanhar bem a pressão arterial, cuidar bem da saúde, entre outros. Mas isto não significa que não poderá haver a manifestação da doença.

Além do que, existem causas que independem da ação humana, como traumatismos, diabetes, etc. Assim, podemos concluir que não existe uma forma eficaz de prevenção da paralisia facial.

No entanto, sua manifestação não é tão comum quanto se pensa, salvo a paralisia periférica, que pode acometer os pacientes de maior idade, geralmente acima dos 40 anos, por exemplo, entre outros pacientes que carregam fatores de risco.

Somente um médico poderá avaliar a extensão do problema e determinar a causa, estabelecendo o melhor tratamento a ser seguido. O otorrinolaringologista é o especialista mais indicado no caso de paralisia facial.

Mas claro, no surgimento dos primeiros sintomas, procure imediatamente um atendimento emergencial de um hospital, para que as devidas providências sejam logo tomadas. No tratamento, você poderá fazê-lo com um otorrinolaringologista.

A fisioterapia, como já dito, é muito importante quando da ocorrência de uma paralisia facial periférica, principalmente para evitar possíveis sequelas irreversíveis, além da fonoaudiologia.

A fisioterapeuta Marcela Bonin fala, no vídeo abaixo, sobre o tratamento da fisioterapia na reabilitação da paralisia facial periférica. É mais um esclarecimento que você pode usar a seu favor. Assista:

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Equipe Homem de Saúde

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